sexta-feira, 9 de maio de 2008

Ser ou não ser...

"Ser ou não ser, eis a questão!"
Ser amiga ou ser amante?
Ser amante e amiga!
Ser companheira ou não ser ciumenta?
Ser ciumenta e companheira.
Ser livre ou ser apaixonada?
Ser apaixonada e livre!
Ser feliz ou ser frustrada?
Ser sempre feliz, a escolha é sua!
Ser confidente ou ser desconfiavel?
Ser confidente, sinal q é uma amiga verdadeira!
Ser gorda ou ser magra?
Ser feliz...
Ser alta ou ser baixa?
Ainda ser feliz...
Ser apaixonada ou ser amada?
Ser apaixonada e muito amada, correspondida.
Ser ciumenta e ser complicada!
Ser complicada, mas ser perfeita!
Ser perfeita com todos os defeitos normal a um ser humano.
Ser perfeita e ser segura.
Ser perfeita, mas com medo.
Ser perfeita, com vergonha.
Ser perfeita, com celulite ou não.
Sua imaginação é quem manda.
Ser segura, porém ser fragil!
Ser frágil e e alegre?
Alegremente frágil.
Ser alegre c lágrimas nos olhos.
Chorar de felicidade...
Alegria, tristeza, amor, paixão, ciumes, felicidade

domingo, 27 de abril de 2008

Maroon 5


A história do Maroon 5 começou na época do colegial, em Los Angeles. Os integrantes eram amigos, tinham 17 anos, e resolveram montar uma banda, inicialmente chamada de Kara's Flowers.
Um ano após o seu primeiro show, em 1995, o grupo começou a ser muito procurado pela indústria fonográfica e, depois, assinou contrato com a Reprise Records. Com o nome Kara's Flowers, a banda lançou o seu aclamado disco de estréia, The Fourth World.
É aqui que as notícias boas acabam. Seguindo uma temporada decepcionante com seu primeiro CD, The Fourth World, Kara's Flowers terminou seu contrato com a gravadora em 1999. O plano A foi por água abaixo, deixando o quarteto pensando no futuro. "Nós pensavamos: 'Ok, o que vamos fazer agora?'", lembra Levine. "Então fomos pra faculdade pra descobrir." Deixando Dusick e Madden pra trás estudando em Los Angeles, Levine e Carmichael colocaram o plano B em ação nos dormitórios da faculdade de Nova York.
Nos corredores, tocavam música Gospel e as pessoas escutavam música que nunca tinhamos escutado antes, como Biggie Smalls, Missy Elliot e Jay-Z. "O disco da Aaliyah tinha sido lançado nessa época, e nós ficamos impressionados. Quando eu penso em compositores, penso nos Beatles, Bob Dylan, Simon & Garfunkel - as coisas que cresci ouvindo - mas então pensei: Eu quero fazer isso. Stevie Wonder entrou na minha vida nesse momento", Levine diz, " e achei um jeito de fazer."
"Eu comecei a cantar diferente", ele disse a VH1, "e Jesse começou a tocar teclado, foi isso que mudamos." Quando a dupla se reuniu com Madden e Dusick em Los Angeles, eles estavam revigorados por ter adicionado R&B a seu rock explosivo. Com um novo pensamento musical veio o novo nome - Maroon 5 - e um quinto membro: o guitarrista James Valentine. "James entrou bem quando estávamos decidindo o novo nome", diz Levine. "Nós claramente não éramos mais Kara's Flower, com o James e uma novo estilo de fazer música. E também, quando você dá nome pra uma banda quando tem 15 anos, quando você faz 23, você provavelmente não vai mais gostar do nome."
Fortificados com uma nova atitude, um novo som e um novo nome, Maroon 5 rapidamente atraiu a atenção das gravadoras. Octane Records, um novo selo independente de Nova York, contratou o grupo, e em 2001, Maroon 5 entrou em estúdio com o produtor Matt Wallace (The Replacements, Faith No More, Blues Traveler). "Eu queria fazer um álbum de hardcore, com funk e R&B", Levine lembra. E"u tenho que dar crédito ao pessoal da Octane porque eles realmente queriam que a gente fizesse isso. Matt Wallace também achou que tinhamos química como uma banda de rock & roll e seria uma pena perder esse elemento. Nós voltamos e gravamos a bateria ao vivo, com loops, e acabamos fazendo um álbum de rock, o que eu acho que dá um destaque maior."
No ano seguinte, foi lançado Songs About Jane, com mais de 10 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. O álbum possui rock'n'roll com influências de soul e funk além disso tudo, o expressivo vocal de Levine canta história atrás de história sobre uma ex-namorada.
"Queríamos músicas com significado. Antes, achávamos que era bobeira ser sincero e emocionar. Depois vi que sabia articular minhas idéias e fazer as pessoas se relacionarem com elas. Essa é a grande mudança entre o Kara's Flowers e o Maroon 5"Adam Levine.
O Maroon 5 já ganhou 26 Discos de Platina por vendas superiores a 10 milhões de cópias em todo mundo com o album Songs About Jane.
O seu novo álbum, It Won't Be Soon Before Long, foi lançado no dia 22 de Maio de 2007 nos Estados Unidos. Segundo a própria banda, o novo álbum tem influências de ícones dos anos 80 como Prince, Michael Jackson e Talking Heads. Nos próximos shows, que acontecem em Los Angeles e New York, o Maroon 5 já vai apresentar algumas das novas canções. O primeiro single desse novo álbum foi "Makes Me Wonder" que ficou 3 semanas no topo da parada da Billboard, o Hot 100. O segundo single foi o "Wake Up Call", em que uma da banda entra como figurante no videoclipe. O terceiro single foi "Won't Go Home Without You".

Fonte :Wikipédia

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Bubbly-Colbie Caillat




"Will you count me in?
I've been awake for a while now
You've got me feeling like a child now
Cause every time
I see your bubbly face
I get the tinglies in a silly place
It starts in my toes
And I crinkle my nose
Wherever it goes
I always know
That you make me smile
Please stay for a while now
Just take your time
Wherever you go
The rain is falling on my window pane
But we are hiding in a safer place
Under the covers staying dry and warm
You give me feelings that
I adoreIt starts in my toes
Makes me crinkle my nose
Wherever it goesI always know
That you make me smile
Please stay for a while now
Just take your time
Wherever you go
What am I gonna say?
When you make me feel this way
I just...It starts in my toes
Makes me crinkle my nose
Wherever it goesI always know
That you make me smile
Please stay for a while now
Just take your time
Wherever you go
I've been asleep for a while now
You tucked me in just like a child now
Cause every time you hold me in your arms
I'm comfortable enough to feel your warmth
It starts in my soul
And I lose all control
When you kiss my nose
The feeling shows
Cause you make me smile
Baby just take your time now
Holding me tight
Wherever, wherever, wherever you go
Wherever, wherever, wherever you go
Wherever you go, always know
Cause you make me smile
And just for a while"

terça-feira, 22 de abril de 2008

Oi!















Humm, tava quase viciada nisso aqui rs.

Enfim, hoje eu passei só pra dar um oi.

Ando sem tempo, coisas mais gostosas pra fazer me fazem não pensar muito em internet ou até mesmo em escrever rs

Que coisas são essas?? ahhhhh, isso eu não conto rs, mas essas coisas com certeza eu não faço sozinha

Ahhh, só pra deixar claro:TÔ FELIZ DEMAISSSSS!!!!!!

Viva!
Dance!!

Cante!

Ame!
Seja feliz!!!!!

domingo, 20 de abril de 2008

OM


O mantra mais importante de todos é o Om. Diz-se que ele contém o conhecimento dos Vedas e é considerado o corpo sonoro do Absoluto, Shabda Brahman. O Om é o som do infinito e a semente que "fecunda" os outros mantras. O som é formado pelo ditongo das vogais a e u, e a nasalização, representada pela letra m. Por isso é que, às vezes, aparece grafado Aum. Estas três letras correspondem, segundo a Maitrí Upanishad, aos três estados de consciência: vigília, sono e sonho. "Este Átman é o mantra eterno Om, os seus três sons, a, u e m, são os três primeiros estados de consciência, e estes três estados são os três sons" (VIII).
"O pranava — o mantra Om — é a jóia principal entre os outros mantras; o pranava é a ponte para atingir os outros mantras; todos os mantras recebem seu poder do pranava; a natureza do pranava é o Shabda Brahman (o Absoluto). Escutar o mantra Om é como escutar o próprio Brahman, o Ser. Pronunciar o mantra Om é como transportar-se à residência do Brahman. A visão do mantra Om é como a visão da própria forma. A contemplação do mantra Om é como atingir a forma de Brahman" Mantra Yoga Samhitá, 73.
Na Índia, o mantra Om está em todas partes. Hindus de todas as etnias, castas e idades conhecem perfeitamente o seu significado. Ele ecoa desde a noite das idades em todos os templos e comunidades ao longo do subcontinente.
Como fazer a vocalização correta sem nunca haver escutado este mantra da boca de alguém que sabe? O mantra se faz numa exalação profunda, e sempre em ritmo regular. Após a exalação vem uma inspiração nasal prolongada. Não pode haver tremor na voz ao repetir o mantra. A nota musical em que se emite o som não interessa em absoluto. É aquela que resultar mais natural para você. Quando houver mais pessoas junto, todos devem tentar afinar-se.
O Om começa com a boca aberta, emitindo um som mais parecido com um a, mantendo a língua colada no fundo da boca e a garganta relaxada. O som nasce no centro do crânio, se projeta para frente e vibra na garganta e no peito. Após alguns segundos de vocalização, a língua deve recolher-se para trás. Assim, aquele som similar ao a, se transforma numa espécie de o aberto, que vai fechando progressivamente.
No final, sem fechar a boca, a língua bloqueia a passagem de ar pela garganta e o som se transforma em um m, que em verdade não é exatamente um m, mas uma nasalização. Esta nasalização se chama anunásika em sânscrito, que significa literalmente com o nariz, e deriva da palavra násika, nariz. Mais claro, impossível. Em verdade, o mantra poderia grafar-se Aoõ. Neste ponto, o ar sai pelas narinas e o som vibra com mais intensidade no crânio. Aconselhamos que você treine colocando uma mão no peito e a outra na testa para perceber como a vibração vai subindo conforme o mantra evolui.
Porém, se você prestar atenção à vibração que acontece durante a vocalização, perceberá que ao emitir a letra o inicial (que começa como um a, não esqueça), a nasalização do m já está contida nela. Ou seja, é um som que se faz com o nariz, e não uma letra m. Ao perseverar na vocalização, você sentirá nitidamente que a vibração se origina no centro da cabeça e vai expandindo até abranger o tórax e o resto do corpo. resumindo, o Om começa com a boca aberta e termina com ela entreaberta.
Om é a vibração primordial, o som do qual emana o Universo, a substância essencial que constitui todos os outros mantras, sendo o mais poderoso de todos eles. Ele é o gérmen, a raiz de todos os sons da natureza.
"Com Om vamos até o fim o silêncio de Brahman(o Absoluto). O fim é imortalidade, união e paz. Tal como uma aranha alcança a liberdade do espaço por meio de seu fio, assim também o homem em contemplação alcança a liberdade por meio do Om."
Essa técnica é uma das mais antigas e eficazes que existem no Yoga. Estimula o ájña chakra, na região do intercílio, sede de manas, o pensamento, e buddhi, a intuição ou consciência superior. Existem sete formas diferentes de vocalizar o Om. Aqui veremos especificamente a sua utilização como dháraní, suporte para concentração.
Além desses bíja mantras principais, aparece ainda sobre as pétalas de cada chakra uma série de fonemas do alfabeto sânscrito são os bíjas menores, que representam as manifestações sonoras do tipo de energia de cada chakra. Desta forma, cada sílaba de cada mantra estimula uma pétala definida de um chakra particular. Este é o motivo pelo qual o sânscrito é considerado língua sagrada na Índia seu potencial vibratório produz efeitos em todos os níveis.
OM.


terça-feira, 15 de abril de 2008

Proteção



OM MANI PADME HUM

Acredito q pensamentos positivos, atraem coisas positivas e entoar palavras positivas nos faz pessoas positivas, por isso acredito em mantras, são entoações fortes que os Budistas usam e q eu acredito e muitoo que funcionam

"Om mani padme hum é possivelmente o mantra mais famoso do Budismo; o mantra de seis sílabas do bodhisattva da compaixão: Avalokiteshvara.
De origem indiana, de lá foi para o Tibete. É o mantra mais entoado pelo budistas tibetanos.
Om Mani Padme Hum.
Om fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos deuses. O sofrimento do reino dos deuses surge da previsão da própria queda do reino dos deuses [isto é, de morrerem e renascerem em reinos inferiores]. Este sofrimento vem do orgulho.
Ma fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos deuses guerreiros (sânsc. asuras). O sofrimento dos asuras é a briga constante. Este sofrimento vem da inveja.
Ni fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino humano. O sofrimento dos humanos é o nascimento, a doença, a velhice e a morte. Este sofrimento vem do desejo.
Pad fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino animal. O sofrimento dos animais é o da estupidez, da rapina de um sobre o outro, de ser morto pelos homens para obterem carne, peles etc., e de ser morto pelas feras por dever. Este sofrimento vem da ignorância.
Me fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos fantasmas famintos (sânsc. pretas). O sofrimento dos fantasmas famintos é o da fome e o da sede. Este sofrimento vem da ganância.
Hum fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino do inferno. O sofrimento dos infernos é o calor e o frio. Este sofrimento vem da raiva ou ódio. "


fonte:wikipédia




segunda-feira, 14 de abril de 2008

Símbolo...

...Do amor, do carinho, dos sorrisos, olhares, cumplicidade,amizade,segredos....6 meses

Capital Inicial




Brasília, maio de 1983. Um grupo de jovens é preso por usar pulseiras de tachas e alfinetes, sob a alegação destes acessórios serem armas em potencial. A resposta veio no editorial do "Fan Zine", em seu segundo número, escrito por um jovem que assinava apenas "Dinho".O "Fan Zine" trazia outros assuntos, como a "Discografia básica da nova música", que incluía Sex Pistols, The Clash, The Damned. Ramones, Siouxie and the Banshees, P.I.L., Adam and the ants, Joy Division, UK Subs e Dead Kennedys.
Naquelas páginas, às vezes escritas a mão, com colagens de outras publicações, lia-se um pequeno panorama do punk rock de Brasília (com letras do Aborto Elétrico, XXX e Plebe Rude), quadrinhos, poesias e textos de diversos colaboradores (Hermano Vianna, Marcelo Rubens Paiva, Guilherme Isnard, entre outros).A postura deste grupo que expunha seus pensamentos através da música, de fanzines e de sua atitude, pode ser caracterizada pela música "Geração Coca-Cola", de Renato Russo, como fez Jamari França em artigo publicado no Jornal do Brasil, em 12 de novembro de 1984, quando reproduziu os versos da canção: "Depois de 20 anos de escola / não é difícil aprender / todas as manhas deste jogo sujo / não é assim que tem que ser? / vamos fazer nosso dever de casa / aí então vocês vão ver / suas crianças derrubando reis / fazer comédia no cinema com suas leis. / Somos os filhos da revolução / somos burgueses sem religião / somos o futuro da nação / Geração Coca-Cola".
O Capital Inicial surgiu em 1982, formado pelos irmãos Fê (bateria) e Flávio Lemos (baixo), ex-integrantes do Aborto Elétrico, ao lado de Renato Russo , e Loro Jones (guitarra), oriundo da banda Blitz 64. Em 1983, Dinho Ouro-Preto, após um estágio como baixista da banda "dado e o reino animal" (assim mesmo, com letras minúsculas), onde também tocavam Dado Villa Lobos e Marcelo Bonfá, entra para os vocais.
Em julho estréiam em Brasília, tocando em seguida em São Paulo (SESC Pompéia) e no Rio de Janeiro (Circo Voador).
Aliás, esta foi uma das características marcantes do início da carreira: as constantes viagens e apresentações nos principais palcos do underground do rock brasileiro.
Em 1984, o ritmo cada vez maior de viagens indica a necessidade de estarem mais próximos do seu principal mercado, as regiões Sudeste e Sul. No final do ano assinam seu primeiro contrato fonográfico, com a CBS (atual Sony), e se mudam para São Paulo no inÌcio de 1985.
Logo em seguida lançam seu primeiro registro em vinil, o compacto duplo "Descendo o Rio Nilo/Leve Desespero". Ainda neste ano integram o elenco da trilha sonora do primeiro "filme-rock" nacional, "Areias Escaldantes", de Francisco de Paula, ao lado de Ultraje a Rigor, Titãs, Lobão e os Ronaldos, Ira!, Metrô, Lulu Santos e May East.
O primeiro LP, "Capital Inicial", já pela Polygram, foi lançado em 1986 e recebeu ótimas críticas. "Um rock limpo, vigoroso, dançante e sobretudo competente, a quilómetros de distância da mesmice que assaltou a música pop brasileira nos últimos tempos", assim o jornalista Mário Nery abre a crítica ao disco no caderno Ilustrada, da Folha de S.Paulo, em 29 de julho de 1986. O álbum trazia músicas como "Música Urbana", "Psicopata", "Fátima", "Veraneio Vascaína" (censurada pela Polícia Federal), "Leve Desespero" entre outras, e levou o Capital Inicial ao seu primeiro Disco de Ouro.
Em 1987, contando com o tecladista Bozzo Barretti em sua formação, o Capital Inicial lança seu segundo disco, "Independência", emplacando "Prova", "Independência", a regravação de "Descendo o Rio Nilo", e conquista o segundo Disco de Ouro. Neste ano, é convidado para abrir os shows da turnê do cantor inglês Sting em São Paulo (Estacionamento do Anhembi), Rio de Janeiro (Maracanã), Belo Horizonte (Estádio Independência), Brasília (Estádio Mané Garrincha) e Porto Alegre (Estádio Beira Rio).
"Você Não Precisa Entender" chega as lojas de todo o país em 1988, com mais hits: "A Portas Fechadas", "Pedra na Mão" e "Fogo".
1989 marca o laçamento de "Todos os Lados", com destaque para as faixas "Todos os Lados", "Mickey Mouse em Moscou" e "Belos e Malditos". Em 1990 participam do festival Hollywood Rock, realizado em São Paulo e no Rio de Janeiro.
"Eletricidade", lançado em 1991, marca o início de mudanças no Capital Inicial, começando pela gravadora. O álbum, lançado pela BMG, trazia uma versão para "The Passenger", de Iggy Pop, batizada de "O Passageiro", e composições como "Kamikaze" e "Todas as Noites". Neste mesmo ano, participam da segunda edição do festival Rock in Rio.
Em 1992, Bozzo Barretti deixa o grupo, e em 1993, divergências musicais e pessoais levam o vocalista Dinho Ouro Preto a seguir carreira solo. Enquanto isso, o Capital Inicial, agora com o santista Murilo Lima (ex-banda Rúcula) nos vocais, lança "Rua 47" (94) e "Ao Vivo" (96), o primeiro pela Qualé Cumpadi Records, gravadora independente que a banda monta, e o segundo pela Rede Brasil Discos, atual Alpha Discos. Durante os próximos 5 anos a banda praticamente desaparece da mídia, levando muitos a acreditar que a banda tinha acabado. Mas a verdade é que a banda nunca parou de excursionar e fazer shows, e se manteve ativa numa época de baixa do rock brasileiro.
São Paulo, março de 1998. Amadurecidos, com o respaldo do lançamento, pela Polygram, do CD "O Melhor do Capital Inicial", da constante execução de suas músicas pelas maiores emissoras de rádio e, principalmente, com o apoio dos fãs - que mantiveram o Capital Inicial vivo -, seus quatro integrantes originais decidem voltar aos palcos.
Dinho Ouro Preto, Loro Jones, Fê e Flávio Lemos voltam à estrada com um novo show, uma comemoração aos 15 anos da banda e aos 20 anos do nascimento do rock candango. O repertório traz sucessos, faixas pouco conhecidas e composições de bandas que fizeram parte da cena de Brasília nos anos 80, como Plebe Rude, Legião Urbana e Finis Africae.
Em Julho do mesmo ano a banda assina com a gravadora Abril Music, e em Setembro ruma para Nashville no Tennesse, EUA, onde gravam "Atrás dos Olhos". Este disco é produzido por David Zá, que entre outros trabalhou com artistas como Prince, Billy Idol e Fine Young Cannibals. As músicas mais executadas desse disco foram "O Mundo" de Pit Passarel, ex-guitarrista da banda Viper e amigo da banda, "1999" e "Eu Vou Estar". Todas essas músicas tiveram videoclipes com grande repercussão junto ao público da MTV, sendo que "O Mundo" concorreu a cinco prÍmios na edição de 99 do MTV Awards Brasil.
Este mesmo ano de 98 assiste ainda o lançamento de mais duas coletâneas pela Universal (ex - Polygram): um CD da série Millenium, com 20 músicas pinçadas dos quatro primeiros discos, e um CD de canções do grupo remixadas por produtores e DJs famosos do Brasil. Infelizmente esta mesma gravadora reluta ainda em relançar os discos originais, apesar do evidente prejuízo que tal atitude traz à banda, e a insatisfação dos fãs.
O ano de 1999 é dedicado a turnê brasileira, e ao longo dos shows a banda, além dos antigos fãs, encontra um novo público, adolescentes que não conhecem seus primeiros discos. Então surge a idéia de fazer um disco ao vivo, juntando novos e antigos sucessos. Rapidamente esta idéia se transforma no projeto de um disco Acústico, em parceria com a MTV.
O último ano do século 20 começa com a banda se preparando para a gravação do "Capital Inicial - Acústico MTV", que acaba ocorrendo em Março. O disco é lançado dia 26 de Maio, e a primeira tiragem rapidamente se esgota nas principais lojas do Brasil. A primeira música escolhida para tocar nas rádios, "Tudo Que Vai", de Alvin L. e Dado Villa-Lobos, é amplamente executada em todo o país, e a banda vê reconhecido o seu empenho em fazer um disco acústico de rock simples, despojado, mas com a mesma atitude dos seus melhores discos.
Em 2002, após a turnê "desplugada" o capital volta com força total às guitarras fazendo um disco totalmente rock n' roll. Com Yves passarell assumindo o posto de guitarrista, é lançado "Rosas e Vinho Tinto". Os hits "À sua maneira" e "mais" explodem nas rádios e o disco já alcança a marca de 200.000 cópias vendidas.


Música-Eu nunca disse adeus


Eu não sei o que eu tô fazendo,mas, eu tenho que fazer.Aquela noite que eu te conheci,eu acho, que nunca vou esquecer...Um momento, quase perfeito,inocente em seus defeitos.Tudo que é bom dura pouco e não acaba cedo...Agora, pra sempre,foi embora mas eu nunca disse adeus.Agora, pra sempre,foi embora mas eu nunca disse...Eu disse vambora,tô meio tonto,preciso respirar lá fora.Me leve para a sua casa,eu quero dormir onde você mora.Eu passando mal e você ria.Tanto barulho,eu não entendia mas concordava sem saber com tudo o que você dizia.Se me pedisse pra pular de um prédio,eu diria sim.Qualquer coisa pra você gostar de mim.Agora, pra sempre,foi embora mas eu nunca disse adeus.Agora, pra sempre,foi embora mas eu nunca disse...Eu perdi o rumo e comecei a delirar.Acho que prometi até parar de beber e de fumar.De repente a noite acaba e todo mundo some e me lembrei que eu esqueci de perguntar o seu nome.Sem endereço nem direção,por onde começar.Qualquer coisa pra poder te encontrar...Agora, pra sempre foi embora mas eu nunca disse adeus...Agora, pra sempre, foi embora, mas eu nunca disse...Eu não como, eu não rio eu não sei o que é adormecer me desculpe se eu fechar os olhos e desaparecer....Agora, pra sempre foi embora mas eu nunca disse adeus.Agora, pra sempre foi embora, mas eu nunca disse...

Música-Faço oque eu quiser-Capital inicial




Faça isso,faça aquilo,perca peso,tenha estilo,compre esse,prove aquele,siga a moda,vote nele,não ponha palavras na minha cabeça,pare de falar antes que eu enlouqueça.Não quero dar explicações.Não vou mudar, não importa o que aconteça.A vida é minha,eu faço o que eu quiser...A vida é minha,eu faço o que eu quiser...Cante essa.Tenha medo.Fume outro.Acorde cedo.Tenha modos.Fique mudo.Ame o mesmo.Odeie tudo.Querem que eu cale e obedeça.E depois de tudo ainda agradeça.Ser só alguém dizendo sim.Não vou mudar, não importa o que aconteça.A vida é minha,eu faço o que eu quiser ...A vida é minha,eu faço o que eu quiser ...Não ponha palavras na minha cabeça.Pare de falar antes que eu enlouqueça.Não quero dar explicações.Não vou mudar, não importa o que aconteça.A vida é minha,eu faço o que eu quiser ...A vida é minha,eu faço o que eu quiser ...A vida é minha,eu faço o que eu quiser ...A vida é minha,eu faço o que eu quiser ...